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Pois, então… pra quem ainda não sabe, minha primeira técnica terapêutica ou ferramenta de autoconhecimento foi a Astrologia. Desde criança, prestava muita atenção no que ouvia na família a respeito dos tipos astrológicos! Passei a vida ouvindo “bem aquariana mesmo”! Mal sabiam elas (e nem eu!) que uma Lua em Escorpião estava gravando tudo, observando, anotando e que um dia poderia usar tudo contra elas! HAHAHAHAHA (risada maléfica)! Brincadeira! 😉

Para mim, é meio inevitável comparar tudo que aprendi depois da Astrologia (começando oficialmente lá em 1993), com esses arquétipos. Então, na Homeopatia, Pulsatilla era aquela “tipo Câncer” e Lachesis era “meio Escorpião”. Na Terapia Floral, de cara, já achei Agrimony “meio Sagitário” e por aí foi!

Foi por isso que me ocorreu de falar um pouco dos Signos Solares e comentar essências florais que possam ajudar nesses arquétipos, tornando-os mais livres para a conquista da felicidade. Iluminar a sombra.

QUERO RESSALTAR QUE NÃO SE TRATA DE “FLORAL PARA TAL SIGNO”! Tratam-se de arquétipos que todos nós temos (nosso Mapa Astral tem todos os Signos.. nenhum foi dar uma banda e não voltou quando estávamos nascendo)! Existem fases em que estamos mais um ou outro, como nos arquétipos femininos e masculinos que estudamos na Psicologia (que eu também comparei!)!

Pode ser que alguém seja de um Signo Solar, mas não seja típico, nem se identifique com ele. Normal. Não somos só o Sol em nosso Mapa. Somos um conjunto de inúmeras configurações que geram infinitas possibilidades… e ainda tem o livre arbítrio (gêmeos idênticos podem ter personalidades bem diferentes)!!

ENTÃO, NÃO QUERO RÓTULOS!

Só quero comparilhar com vocês algumas essências florais que, “por acaso”, estarei associando aos arquétipos astrológicos. Combinado?

Cada ser é único! Nada é definitivo e nem existem receitas fechadas! O que existem são possibilidades, escolhas, ações e reações! Cada um no seu aprendizado. Não há melhor ou pior do que o outro. Um está aprendendo a vencer a raiva e outro está aprendendo a se impor. Juntos, todos saímos ganhando em termos de aprendizado.

Nenhum é “bom” ou “ruim”, apenas É!
A intenção é reflexão e autoconhecimento!

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